BLOG DE FICÇÃO, EXERCÍCIO LITERÁRIO E ALGUMAS VERDADES.
Acredite nas mentiras; desconfie das verdades.
Ah, o espaço para delírios é mais embaixo. Mais embaixo, sempre, né?
Bem-vindo. Deixe um comentário.
terça-feira, junho 22, 2004
Alô, meu povo!
Nossssa, essa não sou eu, pareço mais uma ficção de mim. E vai piorar...
Ó, venho por meio deste post dizer que sumi por um tempo, mas voltei. Motivo? Alguns... Nenhum específico.
Poderia dizer que tive um probleminha no caótico trânsito carioca: fui atropelada. Calma, estou bem, fui atropelada, mas estava dentro do meu carro, o que me deu alguma proteção.
O caso foi o seguinte - e contar acidente é de uma chatice só; serei breve - : estava no sinal, bonitinha, tudo nos conformes, meu carrinho ocupava a primeira fila, posição do meio, à minha esquerda um caminhão-pipa e à minha direita um carro escuro de um coroa cujo modelo não depreendi (não sabia àquela hora que iria precisar dessa informação); abre o sinal e o caminhão-pipa dá a partida, não vê que eu estou ao lado e antes que eu pudesse engrenar a primeira marcha ele literalmente começa a fazer uma curva à direita sem perceber que meu carro estava embaixo... Saca uma retroescavadeira? Coisa desse tipo.
O motorista enlouqueceu e saiu amassando meu carro desde o vidro traseiro, passando pela lanterna, portas, retrovisor e pára-choque até o farol esquerdo, só parou quando sentiu que havia algo dificultando o trabalho da roda do caminhão - meu carro!
Foi um susto e uma dor de cabeça ainda em andamento - meu seguro teve que ser utilizado, porque o dono do caminhão não tem seguro, e estou sem meu carro há uma semana!
Minha santa mãe me emprestou seu automóvel de garagem, um santana 1995 com apenas 18 mil quilômetros rodados, e eu vou levando a vida assim...
Ao menos a imprudência do caminhoneiro me rendeu esse post, porque eu tô mal das idéias que só...
Quando eu começar a mastigar parede vai ficar melhor. Estou escrevendo esse texto sem óculos ou lente de contato, já que nem com correção visual eu vou enxergar melhor o que sinto; deixa assim.
Acordei meditando, filosofando ainda na cama, pensando na vida. Não na minha vida, na sua, na dele ou na dela; sim, sim, na vida de todos, na vida, simplesmente.
Pensei tanta coisa, falei tanta coisa pra mim e - puff! -: palavras ao vento. Foi tudo embora e ficou esse gosto bom de que as coisas são assim mesmo, e claro que existe a frase clichê pra essa sensação - não existe para tudo? (Não, não vou escrevê-la aqui. Pense daí!).
É isso, só estou criando meus próprios clichês, estou cada dia mais clichê; mas ser estóica tem suas vantagens, de vez em quando eu sofro sim, e daí? E agora em vez de sofrer converso com o papel - aceite a metáfora (o clichê na literatura) - e me entendo mais . Não melhor, que melhor é o nome torto do bom. E bom nem tudo pode ser. Ou tudo pode ser, até o sofrimento delicado que sinto agora. Que nem dói, que mais parece constatação e resignação de qualidade, não daquele que sofre e se desespera. Porque eu sofro e me deleito com a vida, pelos seus sabores, sua variedade, sua possibilidades.
Don't be so hard on yourself. Those tears are for someone else. I hear your voice on the phone. I hear you feel so alone. My baby. Ohh my baby. Please my baby, My baby,When we were young, And truth was paramount. We were older then, And we lived our life without any doubt. Those memories, They seem so long ago. What's become of them? When you feel like me I want you to know. Don't cry. You're not alone. Don't cry, Tonight, my baby. Don't cry, You'll always be loved. Don't cry,Tonight. My baby. Today I dreamed, Of friends I had before. And I wonder why. The ones who care don't call anymore. My feelings hurt. But you know I overcome the pain. And I'm stronger now, There can't be a fire unless there's a flame. Don't cry. You're not alone. Don't cry,Tonight, my baby. Don't cry. You'll always be loved. Don't cry oh...Limousines and sycophants, Don't leave me now, Cause I'm afraid what you've done to me. Is now the wolf. In my bed, In my head. In my head. In my head. The challenges, we took were hard enough. They get harder now. Even when we think that we've had enough. Don't feel alone, Cause it's I you understand. I'm your sedative, Take a piece of me whenever you can. Don't cry.... you're not alone.... don't be so hard on yourself... Don't cry.... tonight my baby... Those tears are for..... someone else... Don't cry.... you'll always be loved... I hear your voice on the phone... Don't cry.... tonight sweet baby... I hear you feel... so alone. Don't cry... don't cry... don't cry... don't you cry... Cry... Don't cry... Cause you still be loved Don't cry Don't cry tonight Ohh.. My baby my baby my baby my baby ... Don't cry tonight You'll still be loved